Nao tenho boas noticias. E, defendo eu, as más noticias devem ser dadas de uma vez, sem muito rodeios ou floreados. É melhor que o choque inicial seja grande para que, à medida que se entra em todos os detalhes as coisas só possam melhorar.
Fui assaltado em Mal Pais, na Costa Rica. Ou melhor, fomos, porque cá recebia uma visita desde Portugal para passar o que seriam duas semanas de férias tranquilas. Levaram-nos tudo.
Nao vale muito a pena descrever o acontecimento com muitos pormenores, até porque me dá bastante raiva pensar nele. Basta que saibam que foi um golpe rápido, eficaz e, felizmente, sem danos corporais. Penso que nao posso ser acusado de exagero ou perjurio quando digo que nos levaram “tudo”. Neste momento, no meu inventario consta:
- os calcoes de banho, a t-shirt e os chinelos de praia vestidos/calçados
- um par de óculos de sol
- um sarong
- as duas pranchas de surf e o respectivo saco de transporte
- duas camisolas de licra
Mais nada! Levaram o passaporte e todos os documentos. Levaram todo e dinheiro (que nao era pouco porque me tinham trazido dólares de Portugal) e todos os cartoes bancários. Levaram os bilhetes de aviao, o computador e toda a informaçao que lá tinha dentro (fotos, videos, guias de surf e de viagem feitos por mim, textos, etc), as duas máquinas fotograficas, o iPod e todos os acessórios. Levaram os livros, a roupa, as sapatilhas, os medicamentos e artigos de higiene. Tudo bem arrumadinho dentro da mala e da mochila. Levaram “tudo”.
Algumas pessoas ajudaram com alojamento, comida, algum dinheiro para o ferry e gasolina suficiente para chegar a San Jose. Seguem-se dias de declaraçoes em delegacias de policia, visitas a consulados e embaixadas, telefonemas e e-mails... na tentativa de obtençao de novos documentos de viagem, novos cartoes bancarios e algum dinheiro imediato para primeiras necessidades. E, também, de alguma reflexao e avaliaçao de alternativas sobre o rumo que esta viagem poderá ou nao tomar.
Levaram “tudo” o que era físico e material. Mas, pior do que isso, levaram-me o ânimo.
Fui assaltado em Mal Pais, na Costa Rica. Ou melhor, fomos, porque cá recebia uma visita desde Portugal para passar o que seriam duas semanas de férias tranquilas. Levaram-nos tudo.
Nao vale muito a pena descrever o acontecimento com muitos pormenores, até porque me dá bastante raiva pensar nele. Basta que saibam que foi um golpe rápido, eficaz e, felizmente, sem danos corporais. Penso que nao posso ser acusado de exagero ou perjurio quando digo que nos levaram “tudo”. Neste momento, no meu inventario consta:
- os calcoes de banho, a t-shirt e os chinelos de praia vestidos/calçados
- um par de óculos de sol
- um sarong
- as duas pranchas de surf e o respectivo saco de transporte
- duas camisolas de licra
Mais nada! Levaram o passaporte e todos os documentos. Levaram todo e dinheiro (que nao era pouco porque me tinham trazido dólares de Portugal) e todos os cartoes bancários. Levaram os bilhetes de aviao, o computador e toda a informaçao que lá tinha dentro (fotos, videos, guias de surf e de viagem feitos por mim, textos, etc), as duas máquinas fotograficas, o iPod e todos os acessórios. Levaram os livros, a roupa, as sapatilhas, os medicamentos e artigos de higiene. Tudo bem arrumadinho dentro da mala e da mochila. Levaram “tudo”.
Algumas pessoas ajudaram com alojamento, comida, algum dinheiro para o ferry e gasolina suficiente para chegar a San Jose. Seguem-se dias de declaraçoes em delegacias de policia, visitas a consulados e embaixadas, telefonemas e e-mails... na tentativa de obtençao de novos documentos de viagem, novos cartoes bancarios e algum dinheiro imediato para primeiras necessidades. E, também, de alguma reflexao e avaliaçao de alternativas sobre o rumo que esta viagem poderá ou nao tomar.
Levaram “tudo” o que era físico e material. Mas, pior do que isso, levaram-me o ânimo.